Pois sou de luz e escuridão.
Tenho do branco ao roxo,
Uma multidão paralela à solidão.
Como os mais comuns, sou feito de corpo e alma,
A música corre no meu sangue,
A saudade faz-me português, o mar me acalma.
O presente vivo, o futuro sonho e o passado me fere…
A musica, mais uma vez um refúgio,
Sempre constante a minha paixão,
Ás vezes pelo meu culto à escuridão.
Do mais negro ao animador,
Amante de tantas paisagens,
da arte, da luz, da escuridão ao amor.
Deste quadro que a minha memória pintou.
Adoro regressar ao coração de outra vida,
Mas não ao daquele que menos amou.
Pois eu amo através das palavras da luz,
Dou-me de corpo e alma sem temer,
Mesmo que não haja quem me seduz,
Há quem me faça amar, há quem me faça viver.
2 comentários:
e tu quem és....
Um blogue pejado de paradoxos que, pela sua apresentação, obrigam a reflectir.
Parabéns!!
Abraço
Enviar um comentário