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segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Adeus, Olá, que comece!


Aqui parece o fim, a barreira para o mar.
Fartei-me de andar por aí, agora é a minha vez.
Um novo caminho pela utopia do mar perfeito,
uma nova aventura como o meu "deus" fez.

Aqui travei, mas queria continuar,
libertar-me da vida,
por minutos apenas e voar, voar sobre o mar.

Aqui parei, aqui amei a máquina,
as rodas, a chave para a liberdade,
uma nova era, com uma inconveniente verdade,
como sempre vindo do idiota da sinceridade.

Lá vou eu, agora viajar,
Estou apaixonado pela máquina.
O transporte para o novo começo,
o adeus de uma vida a "vaguear".

Mais uma vez desabafo,
"queria tanto a fazer voar"..
Queria voar e desaparecer deste passado,
começar agora o presente e finalmente...

Por momentos,
dizer adeus ao que me oprime,
fazer um regresso, um começo,
de força, uma corrida sem parar..

Uma corrida para ganhar.
Uma corrida para vencer.
Um... Adeus, Olá, que comece!

N.Imp.Prince

5 comentários:

Luis disse...

Pelo poema que acabo de ler, dá-me a sensação que já deixaste o que não interessa para trás e que começaste a voar rumo ao futuro. Vai em frente, voa e sonha, porque quem não o faz, deixou de viver.

Plum disse...

Que comece então!!!Abraços!***

Carlos Matos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anónimo disse...

Sabe sempre bem seguir em frente e deixar tudo o resto para trás, mesmo que seja só por meros momentos ou ilusão ou não!!!
Bonito poema
Abraço

VIAJANTE DO MAR disse...

Gosto das corridas.
E a vida é a melhor corrida de sempre!